
Seguindo a lógica da nova rubrica, brilhantemente inaugurada por AD, com a colaboração heróica de Ricardo Sousa, permitam-me a inserção neste espaço nobre de uma outra equipa, também ela muito, mas mesmo muito poderosa: AJ Auxerre, eternamente treinada pelo conceituado Guy Roux, uma espécie de Pedroto francês, ou de Artur Jorge (mas percebendo mais de futebol que este último, ainda que tivesse recentemente vaticinado a Yebda uma excelente carreira na posição 6. Não quero ser demasiado pessimista, mas não me ocorre tamanha veleidade futurista para o rapaz argelino. Uma carreira razoável já não era mau. Vá, seria mais realista).
Já escrevi isto tudo e ainda não disse praticamente nada sobre o Auxerre. Porquê? Isso mesmo: não há realmente muito para dizer. dignos de registo: 1 campeonato (1995-1996); vencedores da Intertoto em 1997 e em 2006.
Jogadores assim que me lembre, é complicado. Maus praticantes mas, ainda assim, campeões, temos: i) Corentin Martins. Certo dia, esteve para vir para o Sporting. Ainda bem para o nosso campeonato que ficou em terras de nuestros hermanos, no Deportivo da Coruna (outra equipa digna de registo para esta rubrica, fica a sugestão); ii) Franck Rabarivony (jogou no Vitória de Guimarães, este pormenor esgota mais evidências); iii) depois um grupo com Alain Goma, Taribo West, o verdinho Frank Silvestre; iv) outro grupo com Lamouchi, Guivarch, Dioméde, etc, etc. Foram campeões com bravura, nada mais.
bCp, com a ajuda do site da Association de la Jeunesse Auxerroise e do Wikipedia.





